quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

ESSÊNCIA DO SER - I


Ano novo.
Um excelente momento para interiorizar e fazer um compromisso de ser melhor no ano 2013 do que no ano 2012.
Ser mais humano. Ser um verdadeiro “ser”. Sair da superfície da existência humana e mergulhar na “profundidade” do seu “ser”.

Preservar a nossa verdadeira essência.

Observando alguns post no Facebook, percebo que o facebook tornou-se uma ferramenta de consumismo em massa. Consumismo do “eu”. O consumismo do “eu” leva a perda da identidade do verdadeiro ser. Nossa essência. Muitos se sentem coagido a viver na superfície de suas vidas e não tem a ousadia para mergulhar em sua profundidade existencial.

Uma grande preocupação da maioria das pessoas é postar o seu “estar” não o seu “ser”. Postam onde estão, o que compram, o que fazem. Postam caras e bocas em lugares diferentes. Postam momentos de alegoria. Sim, a l e g o r i a. Momentos maquiados para não evidenciar que o “ser” não está bem.

O face querendo ou não se tornou uma ferramenta de dar uma satisfação que “está bem”.

Alguns posts levam pessoas a perderem suas próprias identidades. Pessoas vêem o que outras fazem e querem fazer igual. Perdem sua própria essência. Desejam “viver” a vida alheia. Querem consumir a vida alheia, porém, está consumindo-se em um mundo “virtual”. A cada dia procura oxigênio na superfície para nutrir suas carências.

Gosto do face, porém, como uma pessoa fascinada pelo ser humano e pela existência humana, entendo que podemos usar esta ferramenta para agregar valor a nossa existência. Para ser mais humanos. Para tentar amar nosso semelhante sem hipocrisia.

Tem tantas coisas que podem ser debatidas, questionadas, postadas...

Quando se posta uma foto de algum lugar que visitamos, todos curtem, comentam... Quando se posta à atuação de organizações em prol da humanidade... Todos ignoram. Quando se posta uma frase ridícula... São vários kkkkkkkkkkkk, comentários... Quando se posta o que vem ocorrendo em alguns países do oriente (estupro coletivo), todos ignoram.

Penso eu, em minha existência, que se estamos aqui... Temos que fazer diferença. Qualquer diferença que fizermos e agregarmos valor na vida do próximo já será uma grande diferença.

Se nos conscientizarmos e utilizarmos o facebook como uma ferramenta de alcance imediato e propagação de idéias, podemos tornar o mundo bem melhor...

Podemos levar pessoas a sair da superfície de suas existências e entenderem suas verdadeiras essências. Podemos ser melhores e levar pessoas a serem melhores também.

Podemos mobilizar pessoas, lugares, levar informações que podem de fato contribuir para um mundo melhor.

Temos tantos assuntos para compartilharmos. Tantas pessoas precisam de ajuda e podemos fazer do facebook uma verdadeira ferramenta para agregar valores ao nosso próximo.

O consumismo do “eu” não leva a nada.

Temos que ter consciência que estamos em uma apresentação única no teatro da existência e que nessa peça chamada vida, não é permitido qualquer tipo de ensaio.

Cada ato é único.

Que nosso "ato" venha fazer diferença para vários "atos".

Com carinho, by Fábia Braga.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Natal, em Tempo!


Tempo de agradecer.
Tempo de se alegrar.
Tempo de levar alegria.
Tempo de encerrar capítulos.
Tempo de iniciar uma nova história.
Tempo de pedir perdão.
Tempo de abraçar.
Tempo de acolher.
Tempo de superar.
Tempo de deitar no colo de Deus.
Tempo de alegrar o coração de Deus.
Tempo de Adorar a Deus.
Tempo de Viver... Viver na presença de Deus.

Neste Natal, este é o Tempo que desejo a você!

by Fábia Braga

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

CONFRONTO

Confrontar significa por frente a frente, confirmar, estar ante, acarear. Ouvimos e vivenciamos esta palavra em nosso dia a dia, é algo que temos como normal. O cerne do problema é quando entramos em nosso próprio casulo e nos confrontamos com nós mesmo. São instantes de batalhas em nosso palco psíquico que tentamos fugir. A questão é que esta batalha é traçada entre nós e nós mesmo. 

Nos sentimos completamente amordaçados enquanto verdades reais que não aceitamos nos confrontam e afrontam. Temos o hábito de criar uma imagem sobre nós mesmos e vendermos esta imagem. O triste, é que quando somos de uma forma ou outra confrontados, descobrimos no espelho do confronto que esta imagem é uma válvula de escape. Nossa mente é um terreno inóspito, sinuoso e cheio de segredos, um espaço infinito.

Por vezes nos mostramos tão fortes, vendemos esta imagem, mas no recôndito, não passamos de um bebê recém nascido querendo colo. Não é fácil administrar isso. Muitos não assumem suas mazelas. Temos que considerar que nenhum ser humano é completamente estável ou coerente. Pode até parecer ser, mas no fundo, tem seus níveis de flutuações. Por vezes, conseguimos omitir, mas nem sempre isso é possível. Em cada ser humano, ao mesmo tempo que existem tesouros escondidos, também existem escombros omitidos que sofrem. Gritos que ninguém ouve. Quando porém somos confrontados por nós mesmo em nosso palco psíquico, ouvimos todos os nossos gritos interiores, vemos e revemos todos os escombros e claro, também encontramos tesouros escondidos.

Por mais que divulgamos a "imagem" de racionais e cartesianos, quando confrontados, encontramos nos escombros o ser humano emocional e carente que tanto tentamos omitir, mas que existe. Não sei se o melhor é  continuar omitindo, silenciar ou assumir. Não há resposta. É uma questão de escolha. Mas qual a melhor escolha? Nunca iremos saber.

Se racionais e cartesianos, quando confrontados, sofremos, choramos, porque não afloramos nosso lado emocional. Se emocional, quando confrontados, também sofremos por não ter sido racional. E então... Qual a melhor escolha? Quanto mais leio sobre ser humano e tento decifrá-lo, somente encontro perguntas e não respostas. A única certeza que nos resta afirmar, após o nosso auto-confronto é que nenhum pensamento é vestido de verdades absolutas. Tudo é questionável. Nossas atitudes. A imagem que vendemos sobre nós mesmo e a imagem que de fato somos em nosso recôndito. Acho que é essa complexidade que nos torna seres humanos fascinantes. Usamos do universo cartesiano da racionalidade para protegermos e blindarmos nossas emoções. Blindamos. Vendemos esta imagem.

Como a vida nos surpreende com várias surpresas, em algumas situações, por mais racionais que sejamos, as emoções afloram e conseguem romper toda nossa blindagem... Estes de fato são os maiores enigmas do universo que ninguém consegue decifrar.

O que fazer quando somos confrontados por nós mesmos? Talvez chorar, admitir que no recôndito não somos a imagem que vendemos, saber passar pelo confronto, e como "tudo passa", esperar passar e voltar à nossa imagem exterior... Enfim, é um desafio...  É um dos maiores desafios do ser humano. O ideal seria que nestes momentos de "confrontos" abríssemos em nossa mente um leque de alternativas com respostas inteligentes em situações que quando confrontados, conseguíssemos fazer as escolhas certas.

Concluímos que somos especialistas em gerir o mundo em que estamos, mas não conseguimos gerir o mundo que somos... Same mistake (o mesmo erro). Após os gritos calados do confronto, temos a chance   de  despirmos do ser "racional" e da "imagem vendida" e darmos uma credibilidade ao ser "emocional". É uma questão única e particular de escolha. Qual a melhor escolha?  Não sabemos se existe melhor escolha. As duas fazem parte da nossa bela complexidade humana. 

É incrível, mas é como algumas frases da belíssima música "same mistake" (o mesmo erro). I´m screaming at the top of my voice (estou gritando no topo da minha voz), give me reason, but don´t give me choice (me dê razão, mas não me dê escolha), cause I´ii just make the same mistake again (porque cometerei o mesmo erro outra vez), and I wonder (eu desejo saber), where, did I go wrong (onde foi que eu errei?)

by Fábia Braga.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Na noite terrível - Fernando Pessoa

Na noite terrível, substância natural de todas as noites, 
Na noite de insônia, substância natural de todas as minhas noites, 
Relembro, velando em modorra incômoda, 
Relembro o que fiz e o que podia ter feito na vida. 
Relembro, e uma angústia 
Espalha-se por mim todo como um frio do corpo ou um medo. 
O irreparável do meu passado — esse é que é o cadáver! 
Todos os outros cadáveres pode ser que sejam ilusão. 
Todos os mortos pode ser que sejam vivos noutra parte. 
Todos os meus próprios momentos passados pode ser que existam algures, 
Na ilusão do espaço e do tempo, 
Na falsidade do decorrer. 
Mas o que eu não fui, o que eu não fiz, o que nem sequer sonhei; 
O que só agora vejo que deveria ter feito, 
O que só agora claramente vejo que deveria ter sido — 
Isso é que é morto para além de todos os Deuses, 
Isso - e foi afinal o melhor de mim - é que nem os Deuses fazem viver ...
Se em certa altura 
Tivesse voltado para a esquerda em vez de para a direita; 
Se em certo momento 
Tivesse dito sim em vez de não, ou não em vez de sim; 
Se em certa conversa 
Tivesse tido as frases que só agora, no meio-sono, elaboro — 
Se tudo isso tivesse sido assim, 
Seria outro hoje, e talvez o universo inteiro 
Seria insensivelmente levado a ser outro também.
Mas não virei para o lado irreparavelmente perdido, 
Não virei nem pensei em virar, e só agora o percebo; 
Mas não disse não ou não disse sim, e só agora vejo o que não disse; 
Mas as frases que faltou dizer nesse momento surgem-me todas, 
Claras, inevitáveis, naturais, 
A conversa fechada concludentemente, 
A matéria toda resolvida... 
Mas só agora o que nunca foi, nem será para trás, me dói.
O que falhei deveras não tem esperança nenhuma 
Em sistema metafísico nenhum. 
Pode ser que para outro mundo eu possa levar o que sonhei, 
Mas poderei eu levar para outro mundo o que me esqueci de sonhar? 
Esses sim, os sonhos por haver, é que são o cadáver. 
Enterro-o no meu coração para sempre, para todo o tempo, para todos os universos, Nesta noite em que não durmo, e o sossego me cerca 
Como uma verdade de que não partilho, 
E lá fora o luar, como a esperança que não tenho, é invisível p'ra mim.

domingo, 1 de abril de 2012

To the virgins, to make much of time (Robert Herrick)... E a minha visão deste poema...

To the Virgins, to make much of time

Gather ye rosebuds while ye may 
Old time is still a-flying; 
And this same flower that smiles to-day 
To-morrow will be dying


(tradução)
Às virgens, para que aproveitem o tempo.



Colham seus botões de rosa enquanto podem,
O velho tempo continuará voando;
E esta mesma flor que hoje lhe sorri,
Amanhã estará morrendo.

Eu conheci este poema quando era adolescente ao assistir pela primeira vez o filme Sociedade dos Poetas Mortos, onde o personagem de Robin Willians, o professor Keating fazia um apelo aos seus alunos para que tornassem suas vidas extraordinárias.

Desde então, nunca me esqueci desta belíssima expressão "Carpe Dien" que, conforme relatos históricos foi retirada de versos latinos do poeta Horácio (65 - a 8 AC). Os poemas de Horácio abordavam o reconhecimento para a brevidade da vida. A biografia de Horário justifica esta ânsia de aproveitar a vida.

Robert Herrick escreveu este belíssimo poema "To the Virgins, to make much of time", e como tenho o hábito de tentar decifrar pessoas e questionar tudo... Há anos venho tentando decifrar a personalidade de Herrick... Porque direcionou as virgens? Porque esta solicitude para que se aproveite o tempo? Porque esta preocupação de aproveitar o tempo mas com a responsabilidade do dia do amanhã?

Sempre que leio este poema e penso em Herrick, entendo que ele não era feliz... Entendo que ele  não viveu uma vida extraordinária.   Escreveu algo tão belo que  ecoa há séculos mas que configura uma certa frustração de vida... Talvez ele criou um antídoto.  Sua infelicidade o fazia exclamar para que outras pessoas não incorressem nos erros que ele incorreu e tentassem ousar a viver uma vida feliz...

Gather ye rosebuds while ye may - Old time is still a-flying - And this same flower that smiles to-day  - To-morrow will be dying .


Não entendo as frases da primeira estrofe apenas como um poema, mas como um apelo, como um clamor, como um grito... Algo que pulsava em sua vida... Herrick perdeu o pai muito cedo...  Pelas circunstâncias, ele acabou se tornando sacerdote episcopal, e talvez, não era isso que ele queria apara ele, talvez seja este  o motivo de ter direcionado "To the virgens"... Herrick aborda o amor em um contexto belíssimo, mas na história não há relatos de envolvimento de Herrick com alguém... Ou seja, em detrimento da razão ele sufocou os seus sentimentos... Isso o levou a algum tipo de sofrimento... Ele bravejou em poemas para que outras pessoas não passassem por isso. A intenção de Herrick como de Horário foi nobre!!! Foi um alerta proativo.


Enfim, Horário já se foi... Herrick já se foi... E hoje nós estamos aqui... Muitas vezes me questiono se "estou colhendo meus botões de rosa"... É tão profundo... É tão intrigante... É tão complexo... Há botões de rosa a serem colhidos (isto seria aproveitar o momento), mas e então... Não consigo me distanciar da Lei da Física (ação e reação).  Muitas vezes nossa ânsia por colher determinados botões de rosa pode culminar nossa razão que poderá nos dizer mais tarde que (colhemos antecipadamente os botões de rosa)...  Colher botões de rosa poderá trazer algum tipo de consequência? Talvez sim... talvez não... Como saber?


No mundo dos negócios, na vida cartesiana, na vida profissional conseguimos construir uma análise de swot, ou um balaced scorecard onde podemos ter indicadores... Ou premissas... Ou diretrizes...

Mas no lugar mais complexo de nossas vidas, da nossa existência... No nosso recôndito... Como mapear os indicadores? Como construir uma análise de swot? Como elaborar um balanced scorecard? Quais serão as diretrizes quando olhares se cruzam? Existem diretrizes? Os botões devem ser colhidos? E quando as rosas morrerem? Elas vão morrer? Elas irão sempre exalar o seu perfume?

Bom... eu escreveria páginas e páginas sobre este poema... Mas ainda não consegui respostas... Logo, prefiro repetí-lo... Entendo a dor que Drumond  sentiu ao escrever "Amar o que mar traz a praia, o que ele sepulta, o que na brisa marinha é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia..." Para muitos insensíveis é apenas um trecho... Mas pra mim é uma súplica... Drumond se foi também...

E então... Estamos nós...  Que de uma forma ou de outra, que possamos colher nossos botões de rosas... Que venhamos tornar nossas vidas extraordinárias... Que venhamos nos contextualizar no presente e fazer inferências futuras para tentarmos criar indicadores se devemos ou não colher tais botões. Que Deus nos dê sabedoria! Que Ele torne nossa vida extraordinária!

Gather ye rosebuds while ye may 
Old time is still a-flying; 
And this same flower that smiles to-day 
To-morrow will be dying

By Fábia Braga.


sexta-feira, 23 de março de 2012

"Anormalidade" que é NORMALIDADE.

Algumas pessoas que acompanham o meu dia a dia, minha dose de ousadia, por vezes me perguntam: Nossa, você é maluca? Com um sorriso bem do meu jeito, eu digo... sim... sou! Analisando a questão da "normalidade" humana, as pessoas que de fato são normais são aquelas que se conhecem, que ousam a ser, que ousam a viver, que acreditam em seus ideais. Estas pessoas por muitos são chamados de malucos, ousados e anormais.
Encontro amparo Bíblico para tudo isso... Não podemos dizer que é normal uma pessoa que chega diante do mar e manda o mar se abrir... Sim... Estou falando de Moisés... Ele fez isso... Com certeza os israelitas que estavam com ele acharam que ele era louco, mas não... é diferente... ele tinha fé... Ele cria no Deus do impossível... detalhe... O mar se abriu!  Pessoas que creem em Deus verdadeiramente  ousam ser além do que são. Vão além da racionalidade humana para atingir o impossível a si mesmo e alcançar o possível de Deus.  Lembro-me de Josué... Uau... Quando Moisés ordenou que eles espiassem a terra prometida, somente Josué e Calebe ousaram a enxergar naquela terra além dos seus obstáculos. Tiveram uma visão a longo alcance. Não olharam para suas fraquezas e situação atual. Olharam além... Viram que de fato, mesmo sendo uma terra que tinha gigantes, era uma terra que poderia ser tomada, possuída, cultivada... Uma terra que mana leite e mel. Não olharam a situação, mas olharam quem tem poder para mudar a situação. O Poderoso Deus. Josué tinha um objetivo e sabia que para que seu objetivo ser alcançado, ele precisava de fé... Além de fé, ele precisava de ter atitude. Sair da plateia de sua existência e ser o ator principal sendo completamente coordenado pelo Autor da Vida,  o nosso Produtor e Sábio Arquiteto do Universo e ÚNICO DEUS.
Há... não posso deixar de falar de Daniel... Sábio, um cientista, um intelectual... Não se dobrou diante do homem... Preferiu ser lançado na cova dos leões a se dobrar diante de deuses falsos. Não se traiu. Não traiu sua consciência. Não traiu ao Poderoso Deus. Para muitos ele não era normal, mas a sua "anormalidade" era saber que Deus era poderoso para fechar a boca dos leões... Dos leões Daniel fez um confortável travesseiro para descansar... Sabe o que é isso... Resiliência nas adversidades. FÉ!
Poderia citar milhares de exemplos... Mas me limitarei aos três... Pessoas normais não ousam, não sonham, não lutam pelos seus objetivos, não vão além. Pessoas "anormais", se conhecem, sabem de suas limitações, e mesmo com elas, crendo no Poder de Deus, OUSAM, VÃO ALÉM, BUSCAM SEUS OBJETIVOS, SÃO VERDADEIROS GLADIADORES NO TEATRO DA EXISTÊNCIA.
Vale a pena ter uma vida dentro desta anormalidade! Vale a pensa CONFIAR no DEUS DO IMPOSSÍVEL. Vale a pena... A vida torna-se saborosa... Apreendemos dia após dia que estamos aqui por uma dependência plena dEle... E tudo que ousarmos a fazer, se tiver dentro da vontade dEle, Ele nos capacitará... Que venhamos depender dEle dia após dia e seguir os exemplos que as Sagradas Escrituras nos ensina.
Que venhamos OUSAR dia após dia... Ir além de qualquer circunstância... DEPENDER do Poderoso Deus acima de tudo... E amá-lo... Amá-lo com a nossa vida, com nosso entendimento, com nossa força!
by Fábia Braga.

domingo, 11 de março de 2012

Garra, Coragem e Determinação.

Garra, coragem e determinação são três características imprescindíveis para vivermos nesta terra. Diariamente somos confrontados com situações particulares que tentam nos desanimar. Muitos acabam se enfraquecendo, justificando suas mazelas pelos problemas da humanidade. Outros acreditam que existe um destino traçado e não se pode fugir dele.
Não é assim. A nossa vida é cíclica e efêmera. Todas as situações as quais somos confrontados ou apresentados são um exercício diário para o nosso crescimento e fortalecimento. O objetivo é que venhamos polir nossas armaduras e adquirirmos garra, coragem e determinação.  Exatamente diante de algumas situações que conseguimos nos decifrar e nos conhecer melhor. Somente podemos ousar a ir além quando conhecemos nossos pontos fortes e nossos pontos fracos.
Reconhecer os nossos pontos fortes é extremamente importante e quando os conhecemos, não devemos deixá-los de lado, mas sim, fortalecê-los ainda mais, como digo, polir as armaduras. Um exemplo disto encontramos nas Sagradas Escrituras, na história do Rei Asa, mesmo quando a terra estava em paz ele agia proativamente cercando a cidade de muros, torres, portas, ferrolhos. O seu exército vivia em constante treinamento mesmo quando não estava em guerra. No livro de 2º Crônicas capítulo 14, é relatado a história do rei Asa.
Os nossos pontos fortes devem ser fortalecidos dia após dia. 
Por sua vez, precisamos conhecer nossos pontos fracos. Não devemos temê-los. Devemos encará-los na linha de frente e questioná-los com garra, coragem e determinação. No auge das questões levantadas sobre cada um deles, iremos encontrar um modo para fortalecê-los. O ser humano é um ser extraordinariamente apaixonante e intrigante. Ninguém é feito somente de pontos fortes ou pontos fracos. Nesta complexidade que descobrimos nossas fraquezas e nossas fortalezas. O Criador conhece esta nossa estrutura e como disse o salmista Davi nos Salmos 103:14 "Pois Ele conhece a nossa estrutura e sabe que somos pó".
O mais importante sobre tudo isto é saber usar a inteligência em nosso favor. Nada se ser vítima de qualquer situação. Situação é para ser encarada na linha de frente. Ressalto da importância que devemos dar a todos os momentos que vivemos, se bons... devemos eternizá-los... Se não bons, devemos fazer deles uma escola e um  aprendizado. O Criador, Sábio Arquiteto do Universo e Único Deus tem os seus olhos sobre nós em cada átomo de instante e tudo que Ele quer é que nos tornemos a cada dia pessoas melhores. Desta forma, nossa garra, coragem e determinação serão cada vez mais notórias em nossas vidas.
by Fábia Braga.